2015, São Paulo, SP. Estudantes secundaristas entre 15 e 18 anos de idade, realizam uma série de engajamentos em massa por todo o Estado de São Paulo, contra a caótica reestruturação da rede
publica de ensino do Estado de São Paulo.
As manifestações, são duramente reprimidas pela Policia Militar de São Paulo, que atacou estudantes que estavam em quase todas as vezes em pacífica manifestação pelos seus direitos. Professores são agredidos como se fossem criminosos, estudantes são presos como arruaceiros, e logo o movimento dos Secundaristas, ganha cada vez mais adeptos e apoio de diversas partes do brasil, tanto nos meios alternativos de comunicação como nas ruas, especialmente nas redes sociais.
Manifestações ocorrem em diversas grandes cidades de São Paulo, mais de 100 escolas ocupadas, e como de costume, mais violência policial.
A 04/12/2015, ocorre o momento em que o plano do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), finalmente ruiu de uma vez. Um policial militar agrediu com um soco no rosto um estudante secundarista, como se quisesse leva-lo a nocaute.
No mesmo dia o governador, anunciou o cancelamento da reorganização, até o ano de 2016, estava aparentemente encerrada, a guerra UNÚTIL contra os estudantes e os professores de São Paulo.
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O Crime Organizado e o Terrorismo de Farda.
São Paulo, 12, de maio, 2006. Começa aquela que ficaria conhecida como a maior onde de violência da história do Brasil, que ficou conhecida como: Atos de violência organizada no Brasil em 2006, dezenas de ônibus são incendiados. O gesto de violência perpetrado pelo PCC, o Primeiro Comando da Capital ou ainda, 15.3.3, só iria se encerrar no dia 17 de maio do mesmo ano, deixando um saldo de mais de 290 mortos. A competência da Policia do Estado, estava em cheque, sendo que atualmente já se sabe que o principal responsável para muitos grandes acadêmicos, foi o senhor Geraldo Alckmin que deixou que a situação das prisões paulistas chegar a um nível tão critico que o líder da facção criminosa podia se comunicar com seus comparsas de dentro da prisão, isso porque a cadeia de comando e a rede de comunicação da dita facção, são mais avançadas que das instituições de segurança.
Anos se passaram desde os ataques. MESES se passaram desde os secundaristas. Eu nunca em toda a minha vida, vi um policial brasileiro tratar com tanta agressividade, um líder do PCC, como tratam os estudantes.
O governo de São Paulo, colocou mais pessoas na prisão em 21 anos, do que estudantes nas escolas, além de ter fechado as mesmas. Para a policia de São Paulo é mais fácil prender um professor que um deputado, é mais fácil esculachar com um estudante do que com um líder do trafico como o nosso senho Marcola, líder do PCC. O estudante no Brasil nas mãos das autoridades é nada mais nada menos que um vagabundo, o professor é um desocupado, mas em matéria de prender os lideres graúdos de uma das maiores organizações criminosas do Brasil, a policia de São Paulo os trata como doutores nos quarteis e nas delegacias.
Eu não vi até agora qualquer tipo de pedido de impeachment, contra o nosso governador, nem qualquer tipo de manifestação, as escolas no Brasil são sempre um assunto de ULTIMO plano, desde 1964, e desde 1989, quer o governo seja PT ou PSDB ou qualquer outro, uma hora ninguém mais vai poder fugir da responsabilidade histórica de não cuidar de nossa educação.